
Quem aguardou pelo lançamento da TV Digital deve ter se decepcionado bastante. Muitas promessas, muitas propagandas, mas na hora que colocaram o serviço para funcionar foi como se tivessem jogado um balde de água fria em todos: o alcance do serviço é pequeno (veja o mapa de cobertura da tv digital), os conversores são caríssimos, os aparelhos de tv com capacidade para exibir imagens com a qualidade ideal custam “os olhos da cara”. Existe até um conversor USB, para PC e notebook, com mísera resolução máxima de 320 x 240, mas que, conforme relatos pela internet, freqüentemente tem problemas com sinal. Mal deu tempo do “mico da tv digital” esfriar e aparentemente um novo surgiu: a internet 3G (Terceira Geração), que surgiu como substituta da internet 2G e também como promessa de excelentes velocidades de navegação, aliada a mobilidade de ser internet sem fio.
Inicialmente praticada pela operadora de celular Vivo, a internet 3G ganhou espaço na mídia recentemente, com o lançamento do serviço pela operadora Claro. Com planos relativamente baratos se comparados aos valores cobrados pela banda larga tradicional (planos de 1Mbps sem limite de tráfego podiam ser comprados por menos de R$ 100,00 mensais até essa data) e aliado ao fato de o número de usuários de notebooks e portáteis no Brasil ter crescido muito, possuir 3G se tornou objeto de desejo de muita gente, e fez com que o número de adesões ao serviço superasse as espectativas, e, consequentemente, colocasse a estrutura das operadoras em xeque. Como consequência temos uma grande quantidade de reclamações de usuários insatisfeitos com a qualidade do serviço, que não corresponde ao prometido. Para complicar mais ainda, as operadoras 3G especificaram em contrato a famosa restrição: “garantimos somente 10% da velocidade contratada”. E não parou por ai. Esses mesmos usuários que contrataram os pacotes 3G de alta velocidade, além de levarem um serviço com performance comparável a internet discada de 56kbps, estão amarrados por contratos de fidelidade que podem chegar a até 12 meses. Mas os defensores da tecnologia podem e vão alegar que o serviço é novo, e que obviamente possui falhas, que devem ser corrigidas ao longo do tempo, conforme o serviço for amadurecendo e mais concorrentes forem surgindo. Isso aparentemente está ocorrendo. A operadora TIM anunciou recentemente que oferecerá internet 3G em seis capitais, com velocidades de até 7mbps, o que chega a ser maior do que a maioria dos links ADSL no Brasil. Resta agora aguardarmos as primeiras impressões dos novos usuários. Se você pretente contratar um serviço de internet 3G, recomendo que aguarde ou então pesquise muito bem antes, consultando opinões de usuários em foruns e blogs. Uma rápida pesquisa no Google retornará vários resultados interessantes. Boa sorte.
julho 13th, 2008 at 7:05 pm
Eu acho q sõ as duas.
A sim para béms pelo site contbue asim mantenha ele, sempre leio aqui.