Fim de ano sempre é sinônimo de reflexão, seja no aspecto pessoal ou profissional. Paramos para refletir sobre o que funcionou e o que não funcionou no ano que termina, fazendo novos planos para o ano que chega. O que podemos melhorar em nossa vida pessoal? E na profissional? Seja qual for sua profissão, uma coisa é sempre certa: seu objetivo é solucionar problemas. O marceneiro resolve o problema da dona de casa ao construir uma nova mesa, o dentista resolve algum problema de carie, o motorista um problema de trânsito e o analista de sistemas um problema de software. Cada um em sua especialidade, sempre procurando a melhor solução.
O famoso físico alemão Albert Einstein dedicou a sua vida a solucionar o maior problema da física até hoje: encontrar uma teoria que explicasse, de forma única, o funcionamento de tudo o que existe no universo. Ele não teve sucesso. Hoje existem algumas teorias que tentam resolver o mesmo problema, entretanto não são soluções simples. Destaquei a palavra simples por um motivo. Einstein acreditava que toda solução deveria ser simples para ser correta. Até os últimos instantes de sua vida ele perseguiu esse ideal. Eu acredito que ele estava certo. Durante o dia nos deparamos com inúmeros desafios, mas será que aplicamos as soluções mais simples? Leia a pequena estória abaixo:
Leia mais…
Um código fonte ‘sadio’ é uma das chaves para o sucesso de um projeto, e um CVS (control version system) é uma ferramenta fundamental para manter a saúde do seu código fonte. No entanto, somente uma boa ferramenta não garante um bom controle de versão. Ela deve ser amparada por boas práticas que normatizam sua utilização. Para analisar se você utiliza corretamente seu controle de versão, verifique se pelo menos as seguintes perguntas podem ser rapidamente atendidas:
-
Como era o método XYZ da classe FooBar na versão 2.0.3.12 do projeto?
-
Quais foram as alterações feitas para incluir suporte à NF-e?
-
Quando esta linha de código foi adicionada ao método XYZ?
-
Consigo compilar e executar o sistema na versão 2.0.2.15 para reproduzir e consertar o bug de um cliente?
Se o seu controle de versão não consegue responder a estas perguntas, então está na hora de rever as práticas do seu time. Uma ferramenta de controle de versão não deve servir somente como um backup do código fonte, onde, ao final do dia, o desenvolvedor deposita seu trabalho inacabado. Ela deve ser um santuário, o repositório sagrado que exige do desenvolvedor todo respeito e cuidado. Afinal, o artefato mais valioso de um projeto, o código fonte, está guardado ali. Portanto, não basta instalar um controle de versão e sair usando. O time deve rever seus conceitos e absorver as mudanças necessárias, que podem ser dolorosas. No entanto, após um tempo, o time começa a colher os frutos do terreno bem preparado.
Há pouco tempo li um artigo muito bom do Eduardo Miranda sobre gerência de versionamento, onde ele cita algumas práticas boas e ruins. Vamos a elas:
Leia mais…
Comentários recentes